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terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Estudo revela que o Cigarro Electrónico não prejudica a função cardíaca

Os cigaJornal Público: Estudo sobre cigarros electrónicos e coraçãorros electrónicos é uma das opções mais procuradas pelos fumadores que pretendem deixar de fumar cigarros convencionais. Segundo um  estudo grego revelado este sábado, o cigarro electrónico não têm efeitos adversos na função cardíaca.
Um médico e um dos investigadores do centro de Cirurgia Cardíaca Onassis de Atenas, revela que os cigarros electrónicos não são um hábito saudável, mas são uma alternativa mais segura do que os cigarros convencionais.
Diz ainda: “Considerando os riscos extremos que estão associados ao consumo de cigarros, os dados atualmente disponíveis sugerem que os cigarros electrónicos são muito menos nocivos e que substituir tabaco por cigarros electrónicos pode ser benéfico para a saúde”, observou ainda, no congresso anual da Sociedade Europeia de Cardiologia, em Munique.

Nesse estudo, foi observada a função cardíaca de 20 fumadores jovens onde se verificou que aqueles que utilizavam única e exclusivamente o cigarro electrónico apenas tinham um ligeiro aumento de pressão.
De acordo com a Reuters este terá sido o primeiro estudo clínico concebido mundialmente, focado nos efeitos cardíacos do cigarro electrónico. Outro estudo grego menos aprofundado, apresentado no início do ano, concluiu que os cigarros electrónicos têm pouco impacto na função pulmunar.
Konstantinos Farsalinos mencionou porém que mais estudos serão necessários para chegar a uma conclusão sobre os efeitos do cigarro electrónico a longo prazo. Obviamente, o cigarro electrónico tem a vantagem de não ter milhares de outros produtos químicos”, como o cigarro tradicional, sublinhou, por seu lado, Russell Luepker, da Universidade norte-americana de Minnesota.
Os cigarros electrónicos foram inventados na China e desde 2003 que passaram a ser utilizados por milhões de pessoas em todo o Mundo.

Ciência descobriu as vantagens do cigarro eletrônico


16/10/2013
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Com a grande polêmica que os cigarros eletrônicos causaram após o seu boom de consumo mundial, chegando até mesmo ao Brasil (mesmo ainda não sendo legalmente permitidos), é a primeira vez que uma pesquisa científica demonstra a segurança e eficácia do cigarro eletrônico para fumantes que desejam reduzir, mas não parar o consumo de tabaco. O estudo, que Doutíssima apresenta ao Brasil, avaliou os voluntários durante um ano inteiro. Confira.
 Um estudo mais que justificado, face ao problema do tabagismo
A pesquisa se justifica perante os problemas de saúde provocados pelo tabaco e os resultados ainda muito modestos sobre a eficiência dos métodos aceitos atualmente para parar de fumar. Além das polêmicas causadas em torno do cigarro eletrônico (também conhecido como e-cigarro) desde que ele ficou popular e ganhou a aceitação entre os fumantes que buscam uma alternativa menos nociva.
A OMS (Organização Mundial de Saúde) ainda possui um aviso negativo sobre o cigarro eletrônico e ele não pode ser comercializado no Brasil. Ainda há uma enorme falta de pesquisas e estudos, como este, que possam provar a eficiência e garantir a segurança da utilização desses produtos. Aliás, muitas marcas são fabricadas na China, onde o controle de qualidade sobre esses produtos ainda é duvidoso. Assim, um estudo rigoroso sobre os cigarros eletrônicos é mais que necessário.
A pesquisa : passo-a-passo
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Durante o estudo foram examinadas 300 pessoas de 18 à 70 anos, com bom estado geral de saúde e fumantes há pelo menos 5 anos de uma quantidade mínima de 10 cigarros por dia. Nenhum método de apoio psicológico foi proposto. Os voluntários foram informados que, durante toda a pesquisa, eles poderiam fumar quantos cigarros normais ou eletrônicos eles quisessem, com o objetivo de representar a “vida real” do fumante.
Os participantes foram distribuídos por sorteio em 3 grupos de 100 pessoas e de forma totalmente cega. Nem os pesquisadores, nem os voluntários sabiam a qual grupo as pessoas estavam classificadas. Os grupos eram:
- GRUPO 1: cigarros eletrônicos com 7,2 mg de nicotina
- GRUPO 2 : cigarros eletrônicos com 7,2 mg de nicotina durante 6 semanas e depois com 5,4 mg de nicotina
- GRUPO 3: cigarros eletrônicos sem nicotina
Cada paciente recebeu uma quantidade suficiente de cigarros eletrônicos durante 12 semanas (fase de intervenção, com uma quantidade máxima de 4 maços por dia), depois teve um acompanhamento das quantidades durante 54 semanas (fase de observação). Durante este período, os voluntários preencheram um diário e receberam 9 visitas de controle para verificação de: número de cigarros fumados por dia (seja eletrônico ou normal), nível de monóxido de carbono exalado, sintomas de abstinência (ansiedade, depressão, insônia, irritação, constipação, quantidade de alimentos ingeridos) e efeitos colaterais secundários (pressão arterial, ritmo cardíaco, peso, tosse, boca seca, irritação da garganta, dificuldades respiratórias, dor de cabeça). Os cigarros eletrônicos utilizados continham propilenoglicol e glicerina vegetal aromatizada (com ou sem nicotina).
Resultados surpreenderam os pesquisadores após 1 ano de análises
Após um ano de acompanhamento, 65 (grupo 1), 63 (grupo 2) e 55 (grupo 3) dossiês foram analisados e os resultados foram parecidos nos 3 grupos de voluntários que não tinham a intenção de parar de fumar:
- 8,7% tinham parado completamente de fumar durante esse ano. Número que é bem grande e impressionou os pesquisadores.
- 10,3% dos voluntários tiveram uma redução significativa na taxa de monóxido de carbono exalado e na quantidade de cigarros consumidos por dia.
Quase nenhum efeito colateral ou sintomas de abstinência foram registrados. Os participantes tiveram uma boa aceitação e percepção global dos cigarros eletrônicos.
A conclusão da pesquisa é de que o cigarro eletrônico é um meio muito útil para os fumantes que querem diminuir sua quantidade de tabaco consumida por dia. Mais estudos ainda são necessários para as pessoas que queiram parar totalmente com o vício, mas a taxa de abstinência do estudo é encorajadora.
Mesmo que os efeitos do cigarro eletrônico a longo prazo ainda sejam desconhecidos, estudos como esse são importantes para o avanço das técnicas antitabagismo. A grande preocupação pousa sobre os jovens, caso os cigarros eletrônicos sejam liberados. Será que mesmo com resultados animadores sobre sua capacidade antifumo, os e-cigarros seriam um incentivo aos jovens tornarem-se fumantes? Em países onde o produto já foi aceito, como na França, a venda para menores de 18 anos é proibida.


Fonte: Uol - Consumidor Moderno