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sábado, 30 de novembro de 2013

Parar de fumar

Video de Funcionamento de Cigarro Eletronico




O que é cigarro Eletronico e porque é Proibido?

Sendo muito disseminados poucos anos atrás, os cigarros eletrônicos vão, aos poucos, retornando ao Brasil. Alguns filmes, como “O Turista” (com Angelina Jolie e Johnny Depp) mostram e até explicam um pouco mais sobre o funcionamento desse tipo de dispositivo, incentivando a curiosidade e até mesmo o consumo do produto.
Em 2009, o aparelho não era encontrado por menos de 200 reais, mas hoje pode ser comprado em sites de importação por cerca de 10 dólares. A diminuição no preço é outro fator que está fazendo com que muitos comprem o produto por curiosidade, mesmo sem saber os riscos que podem estar correndo ao utilizá-lo.

O que é?

Um cigarro eletrônico não é nada além de um dispositivo eletrônico que tenta imitar, em forma e função, um cigarro comum. Para isso, o aparelho é dividido em três partes principais: cartucho (filtro), parte eletrônica e bateria. Além disso, muitos modelos ainda oferecem uma luz na ponta, simulando a brasa.
Há fabricantes que afirmam que ele é criado para diminuir o vício de algumas pessoas, pois a dose de nicotina pode ser diminuída com o decorrer do tempo.  Existem vários estudos que mostram que uma porcentagem dos fumantes fuma por hábito, não por vício. E é com base nesses estudos que os produtores de e-cigarette se baseiam para vender os produtos.
O que é cigarro eletrônico e por que ele é proibido?
Muitos afirmam também que os cigarros eletrônicos são apenas recreativos, pois a quantidade de nicotina utilizada nos cartuchos é menor do que o necessário para viciar uma pessoa. A verdade é que não existem padrões na fabricação deles, por isso não se pode afirmar exatamente se o aparelho é nocivo ou não (o que se sabe é que alguns cartuchos possuem nicotina em altos volumes, sendo eles prejudiciais).
Nós ouvimos uma especialista na área para trazer um parecer mais estruturado. Segundo a Dra. Roseni Teresinha Florencio (pneumologista com consultório em Curitiba), “o cigarro eletrônico é um dispositivo que permite ao seu usuário inalar vapor de substâncias que, a princípio, podem ou não conter nicotina.”. Ela diz ainda que eles “podem causar dependência da mesma forma que o cigarro comum o faz”.

Como funciona

O cigarro eletrônico funciona de maneira relativamente simples. O “fumante” puxa o ar pelo cartucho (onde estão a água e as substâncias químicas, que podem ser aromatizantes, essências e até mesmo nicotina), ao mesmo tempo em que o dispositivo eletrônico é acionado para acender a pequena lâmpada de LED e ativar o atomizador.
O que é cigarro eletrônico e por que ele é proibido?
Esse atomizador (ou nebulizador) retira a água do cartucho e a transforma em vapor. Por essa razão, a fumaça solta pelo usuário do aparelho não é dotada de aroma (a menos que sejam utilzadas essências). Também há informações de que ela não é prejudicial à saúde dos fumantes passivos, mas a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) não confirma isso.
Como ele funciona à bateria, é necessário recarregar os cigarros eletrônicos após algum tempo de uso. Para isso, eles são construídos com conectores USB que, ligados aos computadores, restauram a carga do aparelho por meio da transmissão de energia elétrica.

Palavras de quem experimentou

O Tecmundo conversou com várias pessoas que já experimentaram o cigarro eletrônico para colher alguns depoimentos relacionados à utilização do produto. Ouvimos pessoas que fumam habitualmente, pessoas que não fumam e também ex-fumantes para que todos os lados possíveis fossem representados no artigo.
Dentro do grupo de fumantes, houve uma certa fragmentação de opiniões. Enquanto alguns afirmaram que o cigarro eletrônico não se parece, em nada, com um cigarro comum, outros disseram que a sensação é praticamente a mesma. As respostas variam de acordo com o tipo de cigarro que cada um costuma fumar, devido ao grau de tabaco e nicotina que existe em cada um.
O que é cigarro eletrônico e por que ele é proibido?
Quem não é fumante disse que não aprovou o cigarro eletrônico. As reclamações mais frequentes foram referentes ao gosto que o produto deixa na boca. Por outro lado, foi relatado que “soltar a fumaça” é divertido, ainda mais pelo fato de o e-cigarro não deixar odores nas roupas ou cabelos.
Também ouvimos ex-fumantes. Para eles, o cigarro eletrônico deve cumprir seu propósito, mas apenas para as pessoas que são viciadas no ato de fumar (não na nicotina). Dizem também que o e-cigarette pode não ser aceito por muitos, devido ao peso do objeto.
Contrariando essa afirmação, a Dra. pneumologista Roseni Teresinha Florencio diz que “são fantasiosas as conclusões de que o cigarro eletrônico ajudaria o fumante a parar de fumar.”. Para ela, a única forma química de abandonar o tabagismo é com acompanhamento clínico e terapia medicamentosa.

Proibição no Brasil

Em agosto de 2009, a Anvisa proibiu a comercialização de cigarros eletrônicos em todo o território nacional. O texto publicado no diário oficial da União, no dia 28 de agosto daquele ano, diz que estão banidas a comercialização, distribuição, propaganda e importação de qualquer cigarro eletrônico ou variante que alegue ser substituto do cigarro comum.
A Agência afirma que, além das substâncias cancerígenas dos cigarros, os e-cigarettes ainda possuem outros elementos ainda mais nocivos à saúde (nitrosamina e dietilenoglicol). Já a OMS diz que não há provas de que eles sejam realmente saudáveis (como afirmam os fabricantes).
O que é cigarro eletrônico e por que ele é proibido?
Nos Estados Unidos, apenas alguns estados proíbem a comercialização dos aparelhos, enquanto outros legalizam a venda e alguns vetam apenas que menores possam consumi-los. Outros países dividem opiniões acerca deles. Na China, a prática é legalizada, mas os preços cobrados pelos cigarros comuns são muito mais baixo do que o gasto com e-cigarros.
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Você já utilizou algum dos cigarros eletrônicos que são vendidos por lojas virtuais? Sabia que esse tipo de equipamento poderia ser prejudicial à saúde? Deixe um comentário para nos contar, também, o que pensa a respeito dos e-cigarettes.


Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/saude/11335-o-que-e-cigarro-eletronico-e-por-que-ele-e-proibido-.htm#ixzz2m7kstsQZ

AFP
CigarroSe o dispositivo for votado no Parlamento europeu, o "e-cig" só poderá ser vendido na União Europeia em farmácias, lojas especializadas e pela internet
Paris - Milhões de europeus e americanos já provaram e muitos conseguiram abandonar o tabacograças a ele. O cigarro eletrônico gera interesse e controvérsia, enquanto Bruxelas e Washington se preparam para regulamentá-lo de forma mais estrita.
Os usuários deste aparelho eletrônico sem tabaco, com tamanho de um charuto ou de um cigarro e que produz na boca um vapor aromatizado que contém nicotina, se mobilizam diante de uma regulamentação que o assimilaria a um "produto farmacêutico".
Se este dispositivo for votado no Parlamento europeu, o "e-cig" só poderá ser vendido na União Europeia em farmácias, lojas especializadas e pela internet.
Nos Estados Unidos, onde o dispositivo está na moda, a poderosa agência federal Food and DrugAdministration (FDA), que regulamenta alimentos e medicamentos no país, se dispõe a anunciar uma norma este mês que assemelharia o "e-cig" a um produto com tabaco.
O Centro de Controle e Prevenção de Doenças (CDC) emitiu um sinal de alerta no começo de setembro ao publicar um estudo que evidenciou o aumento do uso do cigarro eletrônico entre os jovens, particularmente entre aqueles não fumantes, temendo que se torne uma ponte para o cigarro verdadeiro.
"O aumento do uso do cigarro eletrônico é inquietante", disse Tom Frieden, diretor do CDC, porque a nicotina "é uma droga que causa forte dependência". No entanto, para dois especialistas britânicos em dependência e militantes antitabaco, o professor Gerry Stimson (Imperial College) e o ex-diretor da associação antitabaco ASH Clive Bates, o "e-cig" é "uma solução, não um problema".
Eles criticaram em um relatório o desejo da Comissão Europeia de querer regulamentá-lo como se fosse um medicamento, o que tornaria o "e-cig" em "algo mais difícil de comprar do que um maço de cigarros". "O cigarro eletrônico é uma alternativa pouco arriscada ao cigarro", afirmam especialistas.
"Muitos usuários, com frequência fortes tabagistas, relatam sua passagem ao cigarro eletrônico como uma experiência que os transformou. São muitos os que reduzem o consumo e estão a caminho de abandoná-lo por completo", afirmaram. 
Um médico americano especialista em tabaco, Joel Nitzkin, deu uma opinião similar. "Não duvido nem por um segundo que o cigarro eletrônico salva a vida dos fumantes que o adotam", afirma. E considera como "má e equivocada" a ideia europeia de torná-lo um produto farmacêutico.
O pneumologista e militante antitabaco francês Bertrand Dautzenberg tem uma opinião um pouco mais equilibrada. Embora defenda uma maior regulamentação do cigarro eletrônico, que "não pode ficar como objeto de consumo normal", considera contraproducente "uma regulamentação que tornaria mais disponível o cigarro comum que os 'e-cigs'".
Mas a Comissão Europeia insiste: "os cigarros eletrônicos devem manter seu papel inicial de ajudar os fumantes a parar de fumar. Daí a nossa proposta de classificá-lo como um produto farmacêutico", explica um porta-voz em Bruxelas.
Muito ativo na internet, os "vapeadores" - neologismo que se atribui ao fumante que exala vapor de nicotina e que, embora não esteja nos dicionários, muitos adeptos o usem na rede - convocam um protesto contra o projeto, que será submetido à votação em 8 de outubro no Parlamento Europeu, no âmbito de uma comissão antitabaco.
Várias associações de usuários convocaram, ainda, manifestações em 7 de outubro em Estrasburgo. Os usuários alemães entregaram uma petição com 27.500 assinaturas para defender o uso "livre e responsável" dos "e-cigs", e na França 37.000 assinaturas já foram coletadas.
Brice Lepoutre, que lidera a associação francesa, adverte: "estima-se em sete milhões o número de 'vapeadores' na União Europeia. Sete milhões que pararam de fumar e corre-se o risco de que voltem a fazê-lo".


Cigarro eletrônico pode salvar milhões de vidas

Londres - O cigarro eletrônico pode salvar a vida de milhões de fumantes, indicaram nesta terça-feira os participantes de uma conferência sobre a rápida expansão deste dispositivo, da qual participaram especialistas, políticos e empresários.
No entanto, outros participantes destacaram que, por enquanto, não há informações sobre os efeitos nocivos do dispositivo, particularmente a longo prazo.
O cigarro eletrônico tem perdido a aura de artigo sofisticado e está ganhando adeptos como uma forma relativamente eficaz de parar de fumar, com o apoio de um número crescente de estudos favoráveis.
As vendas dobraram e estima-se que sete milhões de pessoas fumem cigarros eletrônicos.
"Os cigarros matam 5,4 milhões de pessoas por ano no mundo", avaliou Robert West, professor de saúdemental e diretor de estudos sobre o tabaco na Escola Universitária de Londres (UCL).
Segundo ele, o uso de cigarros eletrônicos pode salvar milhões de vidas, mas seria preciso saber "se é possível alcançar esse objetivo e como atingi-lo da melhor forma" possível.
Jacques Le Houezec, consultor em saúde pública e dependência do tabaco, afirmou aos presentes que os cigarros eletrônicos contêm algumas substâncias nocivas, mas seus níveis de toxicidade são de 9 a 450 vezes inferiores aos dos cigarros de tabaco.
Já Deborah Arnott, diretora executiva do grupo de pressão antitabaco ASH, considerou que os cigarros eletrônicos podem permitir avanços no campo da saúde pública, mas advertiu que ainda não há informações suficientes acerca dos seus efeitos, reforçando que a indústria do tabaco está começando a controlar a fabricação de cigarros eletrônicos.
"Muitas das maiores companhias de cigarros eletrônicos já foram absorvidas", acrescentou.
"A ASH acredita que os cigarros eletrônicos têm um potencial significativo. São muito menos prejudiciais que o tabaco", afirmou Arnott à AFP. No entanto, "sem regulamentação, sua segurança e eficácia não estão garantidas".
Além disso, segundo Arnott, "se chegam a ter agentes cancerígenos, não veremos seus efeitos imediatamente, mas 10, 15 ou 20 anos depois as pessoas vão morrer disso", acrescentou.
As autoridades sanitárias dos países ocidentais afirmam que ainda é prematuro para avaliar os impactos a médio e longo prazo de um fenômeno recente como o do cigarro eletrônico.
A Organização Mundial da Saúde (OMS) sustenta que a segurança dos cigarros eletrônicos não foi verificada cientificamente.
Mas os relatórios científicos e médicos destacam cada vez mais que sua periculosidade é muito inferior à dos cigarros verdadeiros.
A OMS adverte que "também não foi provada cientificamente" a eficiência dos sistemas eletrônicos de administração de nicotina para parar de fumar.
Um estudo neozelandês publicado em setembro pela respeitada revista científica The Lancet sustentou que o novo dispositivo é "pelo menos igual em eficácia aos adesivos de nicotina" para ajudar um fumante a abandonar o vício.
A principal crítica ao cigarro eletrônico é que, embora possa ajudar a abandonar o tabaco, também pode incentivar o fumo em muitos jovens que nunca o fizeram, criando dependência em nicotina e, por fim, levando-os ao tabagismo.

Como funciona o cigarro eletrônico?

O cigarro que não causa câncer tem potencial para mudar o mundo - mas isso não quer dizer que ele não cause outros problemas de saúde

por Redação Galileu

Editora Globo
Crédito: Shutterstock
Você já deve ter visto alguém fumando um cigarro eletrônico por aí. A ideia é que o usuário fume através do aparelho para satisfazer sua necessidade de nicotina, inalando apenas o químico, sem a presença de substâncias cancerígenas, como o alcatrão e mais 4 mil subprodutos das folhas de tabaco.
A fumaça que o usuário ingere é nicotina vaporizada, aquecida e liberada pelo aparelho. E seu efeito no organismo é imediato. Ela passa pelas mucosas dos pulmões e vai para a corrente sanguínea, dirigindo-se, então, para o cérebro. Uma vez lá, a nicotina é ligada aos neurônios que deixam o corpo mais alerta. Nesse momento, a dopamina é liberada, um químico que faz com que você se sinta melhor. Uma hora depois, metade da nicotina ingerida já foi gasta por seu organismo, fazendo com que você queira mais.
Com o uso regular da substância, fumantes desenvolvem uma tolerância à ela, fazendo com que eles precisem de quantidades cada vez maiores para se sentir bem. E isso vale tanto para cigarros convencionais quanto para o eletrônico.
Mas, enquanto a propaganda do cigarro eletrônico afirma que ele não causa câncer, poucos estudos foram feitos para determinar os efeitos da nicotina vaporizada. Apesar de cientistas considerarem que a versão eletrônica deve ser mais saudável que o cigarro convencional, suspeita-se que ela ainda possa contribuir para doenças cardíacas e outros problemas de saúde. Isso porque a nicotina é tóxica, similar em muitos aspectos a alguns pesticidas. Quando você ingere quantidades muito grandes da substância, pode ficar enjoado e com dor de cabeça.
Até pequenas doses podem ser perigosas. Na hora em que a nicotina entra no organismo, o corpo libera adrenalina, fazendo com que seus batimentos cardíacos, a pressão sanguínea e sua taxa de respiração. Estudosjá provaram que pessoas com doenças coronárias podem ter problemas com cigarros eletrônicos porque, 10 minutos após seu uso, os níveis de oxigênio no sangue baixam consideravelmente. Além disso, outra pesquisadenunciou que as cinco maiores marcas de cigarros eletrônicos possuem falhas de design e de controle de qualidade.
Mesmo assim, estima-se que o mercado para os cigarros eletrônicos irá crescer. Afinal, por mais que seus outros efeitos ainda sejam desconhecidos, um cigarro que não causa câncer tem um grande potencial de venda. Estima-se que 3,2 bilhões de dólares serão gastos na tecnologia em 2015, contra 416 milhões em 2010. Mesmo assim, vendas futuras ainda dependem de respostas para as questões ainda não esclarecidas sobre os efeitos colaterais do aparelho.

Fabricante da Marlboro anuncia lançamento de seu primeiro cigarro eletrônico

Nova York, 11 jun (EFE).- A companhia tabaqueira americana Altria, fabricante de marcas como Marlboro, anunciou nesta terça-feira o lançamento de seu primeiro cigarro eletrônico, chamado MarkTen, com o qual procura entrar totalmente neste crescente mercado.
"Há oportunidades para concorrer de uma forma eficiente introduzindo produtos superiores, construindo marca e navegando em um entorno regulador em transformação", afirmou hoje o presidente e executivo-chefe da Altria Group, Marty Barrington, que ressaltou que a nova aposta de sua companhia chegará ao mercado no próximo mês de próximo.O principal responsável da tabaqueira aproveitou o dia anual do investidor para oferecer detalhes sobre a entrada da Altria no mercado de cigarro eletrônico, uma notícia que o mesmo já havia antecipado em abril ao apresentar os resultados do primeiro trimestre.
Barrington revelou hoje que o produto, impulsionado por sua subsidiária Nu Mark, se chamará MarkTen e começará a ser comercializado em um mercado piloto no estado de Indiana a partir de agosto, enquanto o custo do aparelho deverá girar em torno de US$ 9,5.
A tabaqueira também informou que o produto apresentará duas versões, uma clássica e outra mentolada, e que a mesma poderá ser utilizada tanto como um produto descartável como recarregável, já que ela poderá ser reutilizada com cartuchos e baterias à parte, embora não tenha detalhado o preço das mesmas.
Este cigarro eletrônico, segundo Barrington, conta com a tecnologia FourDraw, que "fornece uma experiência que se assemelha muito à uma tragada de um cigarro tradicional" e possui um "atrativo sabor".

Segundo os estudos realizados pela empresa, os fumantes estão demonstrando mais interesse pelos cigarros eletrônicos e, apesar de existirem mais de 200 marcas diferentes deste produto no mundo todo, os consumidores conhecem apenas umas poucas.
Desta forma, Barrington afirmou estar convencido de que este é o momento adequado para entrar neste mercado, uma chegada que se produz uma semana depois que a Reynolds American, a segunda maior tabaqueira dos EUA, lançasse uma versão renovada de seu cigarro eletrônico Vuse em nível nacional.
As ações de Altria, matriz da Philip Morris EUA, subiam um mínimo 0,06% uma hora e meia após o início do pregão na Bolsa de Nova York, onde acumulam uma forte alta de 15,3% neste ano.

Bilionário compra cigarro eletrônico de R$ 1,76 milhão para namorada

Um bilionário russo pagou 500 mil libras (R$ 1,76 milhão) por um cigarro eletrônico cravejado com diamantes. O magnata do petróleo disse que comprou o objeto luxuoso para incentivar sua namorada a parar de fumar.
Bilionário russo pagou 500 mil libras por cigarro eletrônico cravejado com diamantes (Foto: Reprodução/Shisha Sticks)Bilionário russo pagou 500 mil libras por cigarro eletrônico cravejado com diamantes (Foto: Reprodução/Shisha Sticks)
Além de diamantes, o cigarro eletrônico vem com 46 cristais Swarovski incrustados e com um botão de ouro de 24 quilates.
O produto sofisticado foi produzido pela fabricante Shisha Sticks.
Segundo Anthony Mixides, da Shisha Sticks, após aprovação do projeto, demorou mais de quatro meses para fabricar o cigarro eletrônico luxuoso.

Cigarros eletrônicos são seguros?



Desde 2006, o cigarro eletrônico tem atraído milhões de pessoas ao redor do mundo que mudaram de cigarros tradicionais para o e-cigarro, também conhecido como o "cigarro seguro, o e-cigarro, e cigarro sem fumaça". 
Os cigarros eletrônicos compartilhar alguns aspectos de lá contrapartes tradicionais, tais como a aparência, a sensação eo gosto de um cigarro normal. Mas as diferenças são substanciais, em que o "cigarro seguro" fica com o nome porque produz nenhum dos aspectos negativos do fumotradicional, como o alcatrão, a ignição (calor), até 4000 tipos de aditivos químicos que muitas vezes levam a doenças do sistema respiratório e cardíaco , nem os efeitos cancerígenos de cigarros tradicionais. 
Desde o Surgeon General determinou que o cigarro é perigoso para a sua saúde, as empresas de cigarro têm procurado maneiras de reduzir os níveis de alcatrão e nicotina, nos esforços para criar uma experiência de fumar mais segura. Nada, no entanto, jamais chegou perto do cigarro eletrônico. 
Esta nova alternativa revolucionária de fumar, não só simula fumaça de cigarro, mas também a temperatura associada arrastando um cigarro comum (50-60 graus Celsius), aumentando assim o hábito psicológico, sem adição de substâncias perigosas que provaram causar cancerosas, incluindo carbono monóxido de carbono, dióxido de nitrogênio, ácido cianídrico, acroleína, arsênico, chumbo e Hydragyrum. 
Cigarros sem fumaça foram vistas pela primeira vez com medo, mas cada vez mais tornaram-se abraçado pelo público, bem como a Associação MédicaE-cigarros são fabricados por um número de diferentes empresas em todo os EUA e China e estão prontamente disponíveis nos Estados Unidos e na Europa, até mesmo a alguns dos céticos mais ardentes tornaram-se crentes, uma vez que experimentar o cigarro eletrônico.
 
Somando-se os benefícios de segurança, o cigarro eletrônico também tem sido comprovada como uma forma de os fumantes a abandonar o hábito, como o nível de nicotina pode ser cuidadosamente monitorizados, dando assim o fumador a opção de reduzir gradualmente o nível até que ele / ela pode sair sem medo de saques. A maioria dos cartuchos de recarga cigarro eletrônico estão disponíveis, na íntegra, médio, leve e nenhum, e enquanto os cigarros electrónicos ainda não estão homologadas como dispositivos de cessação do tabagismo, o potencial para os dispositivos a serem utilizados como tal, é um pouco óbvio. 
Recomenda-se que as pessoas que têm demonstrado uma sensibilidade ou alergia à nicotina, grávida ou amamentando, ou que têm doenças cardíacas instáveis ​​devem discutir o uso de um dispositivo de cigarro eletrônico com um médico antes de usar um. Além disso, o cigarro eletrônico não pode ser usado por qualquer pessoa sob a idade legal de fumar em seu estado.