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terça-feira, 29 de abril de 2014

Rumor: Galaxy S5 Mini também pode ser resistente à água

Página de garantia do site da Samsung na Nova Zelândia deixa transparecer que o modelo possui certificação IP67, a mesma do Galaxy S4 Active e Galaxy S5
Rumor: Galaxy S5 Mini também pode ser resistente à água
Imagem do Galaxy S5. (Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)

O site da Samsung na Nova Zelândia pode ter deixado escapar que o Galaxy S5 Mini possui resistência à água.
página que especifica as garantias dos produtos da marca, mais especificamente a seção que informa as exclusões de cobertura, informa em um de seus itens a não obrigatoriedade de ressarcimento por parte da empresa em casos de danos causados ao “Samsung Galaxy S5, Galaxy S5 Mini e Galaxy S4 Active quando submerso na água por 30 minutos ou mais”.
Os modelos Galaxy S5 e S4 Active possuem certificação IP67, a qual assegura proteção total contra a entrada de poeira e oferece proteção em caso de submersão temporária. Para entender melhor como funciona esse certificado, confira este artigo.
Rumor: Galaxy S5 Mini também pode ser resistente à águaAmpliar (Fonte da imagem: Reprodução/Samsung)
Com isso, os rumores veiculados por diversas mídias internacionais sugerem que esse regulamento dá a entender que o Galaxy S5 Mini também tem tal capacidade de não apresentar falhas de funcionamento ao cair em uma pia, piscina ou vaso, por exemplo, e ser resgatado em pouco tempo.

Galaxy S5 é arremessado de prédio em teste de resistência [vídeo]

Aparelho apresentou rachaduras em quase toda a tela, mas ela continuou respondendo aos toques e o sensor de identificação de digitais permaneceu funcionando


Galaxy S5 mal foi lançado e já passou por diversos testes de resistência. Ele já foi marteladofervidoatropelado, levado para mergulhar em uma piscina e até acabou sendo lavado junto com uma calça.
A averiguação da vez foi em relação à capacidade do gadget da Samsung em suportar quedas. O pessoal do site GadgetGuruHD pegou um modelo do smartphone e o lançou de uma altura considerável — o que parece ser o segundo andar de um prédio.
O aparelho atingiu o solo com a sua tela voltada para baixo, ou seja, já era esperado um dano relativamente grande com tal fato. O display realmente apresentou rachaduras em praticamente toda a sua área. Contudo, surpreendentemente, o dispositivo continuou funcional.
Conforme é possível ver no vídeo, mesmo depois da queda, determinadas partes da tela respondiam aos toques e o sensor de identificação de digitais permaneceu funcionando. O impacto não inutilizou o Galaxy S5 instantaneamente, mas são grandes as chances de ele ter algum dano em seus componentes que reduza a sua vida útil.

Conheça os 10 sensores do Samsung Galaxy S5 [ilustração]

Recursos auxiliam o consumidor de diversas formas, reconhecendo impressões digitais e até mesmo mensurando os batimentos cardíacos
Infográfico - Conheça os 10 sensores do Samsung Galaxy S5 [ilustração]



Você sabe quantos e quais são os sensores presentes no smartphone Samsung Galaxy S5? O mais novo aparelho da empresa sul-coreana traz um grande número de funções para o consumidor e, muitas delas, são possíveis graças a sensores específicos.
Quando o primeiro modelo da linha Galaxy S foi lançado, em 2010, eram apenas cinco sensores. Agora, no smartphone lançado neste ano, esse número subiu a 10. Nove deles estão indicados na ilustração acima. O décimo, não listado, é o sensor Geomagnetico, considerado um sensor básico de qualquer smartphone. Conheça um pouco mais sobre cada um deles: 

1 – Sensor de batimentos cardíacos 

Essa não é a primeira vez que um smartphone consegue executar a função de mensurar batimentos cardíacos. Porém, é a primeira vez na história que um celular chega ao mercado com um sensor específico para essa finalidade.
O sensor de batimentos cardíacos consiste em um LED vermelho e um sensor de pulsações. O LED vermelho envia um raio de luz para a pelo do usuário, enquanto o sensor de pulsação mensura a movimentação do sangue sob a pele. O número de batimentos cardíacos é obtido a partir do cálculo da frequência de ondas emitidas por minuto.

2 – Giroscópio

Os giroscópios nada mais são do que os sensores capazes de informar em qual direção o aparelho está se movendo. Os eixos “x” e “y”, que você aprendeu na escola, aqui ganham as referências imediatas de “esquerda”, “direita”, “acima” e “abaixo”.

3 – Sensor de luz RGB

Este é o sensor responsável por equilibrar as cores exibidas na tela do seu smartphone quando o recurso está habilitado. A ideia é similar ao que já existe em muitos modelos de televisores. Quanto maior a incidência de luz sobre ele, maior é o brilho de tela necessário a ser emitido.

4 – Sensor de proximidade 

Como o próprio nome indica, a ideia deste sensor é indicar para o software do aparelho o quão perto suas mãos estão dele. É utilizado em recursos de controle por gestos.

5 – Sensor de gestos 

Complementar ao sensor de proximidade, o sensor de gestos acrescenta a capacidade de ”ler” a intensidade de movimentos, além da direção em que as mãos se movimentam.
Conheça os 10 sensores do Samsung Galaxy S5 [ilustração] (Fonte da imagem: Divulgação/Samsung)

6 – Barômetro 

Trata-se de um recurso que auxilia o usuário quando o GPS está ativo. Originalmente, um barômetro é utilizado para medir a pressão atmosférica. Em um smartphone, essa informação pode servir para reconhecer em qual andar de um prédio você está, por exemplo.

7 – Sensor de aceleração (acelerômetro) 

Similar ao sensor geomagnético, ele também coleta informações dos três eixos – “x”, “y” e “z”. É utilizado mais especificamente em apps como o S Health.

8 – Sensor de efeito Hall 

É utilizado para detectar quando o aparelho está recoberto pela S View Cover. O acessório é vendido separadamente, mas permite que os usuários vejam algumas informações em um parte específica da tela.

9 – Sensor biométrico

Esse é o sensor que está presente no botão “Home” do Galaxy S5. Por meio dele, é possível reconhecer as impressões digitais do usuário e comparar com as imagens previamente armazenadas, desbloqueando o aparelho ou servindo com assinatura em transações financeiras.


A partir das informações que obtém dos três eixos, “x”, “y” e “z”, o sensor geomagnético detecta a intensidade do campo magnético. Seu funcionamento é fundamental para fazer a bússola digital, presente nos aplicativos de mapas, funcionar.
10 – Sensor geomagnético 



Leia mais em: http://www.tecmundo.com.br/galaxy-s5/54042-conheca-os-10-sensores-do-samsung-galaxy-s5-ilustracao-.htm#ixzz30HcTzbPG

Confira os 5 rumores mais 'quentes' sobre a Apple


Faz tempo que a Apple não lança um produto novo de verdade, como foi com o iPhone e o iPad, optando por renovar ou atualizar linhas já existentes - as de smartphones, tablets, notebooks... Mas isso não significa que os rumores sobre a veia de inovação da empresa tenham acabado.
Rhiannon Williams, do Telegraph, relembrou cinco das principais especulações acerca da empresa. Produtos e serviços que, a se considerar o quanto que se fala deles, já deveriam ter sido lançados há muito tempo. Confira:
iWatch
Aqui no Olhar Digital, escrevemos sobre o suposto relógio da Apple ao longo de todo 2013. A empresa tem patentes, contratou o consultor o Nike Fuelband e teria até montado um time de 100 pessoas para trabalhar no produto. Quando os rumores esquentaram, a Samsung apresentou o Galaxy Gear, sendo seguida por muita gente do mercado, e o Google agora tem um sistema operacional para dispositivos vestíveis. Tudo isso sem que o tal iWatch tenha sequer aparecido.
Apple TV
Este rumor é tão antigo que Walter Isaacson, biógrafo oficial de Steve Jobs, escreveu em 2011 que o cofundador da Apple revelou ter planos sobre isso. Tim Cook, que hoje esquenta a cadeira de CEO na empresa, declarou certa vez que esta é uma área de "interesse intenso" e, para atiçar ainda mais a curiosidade, encerrou o assunto com um "não posso dizer mais do que isso".
iPhone 6
Essa especulação também não é nova, já que muita gente esperava que os iPhones 5s e 5c fossem batizados de iPhone 6. Mas também é uma das mais prováveis, se pensarmos que depois do iPhone 4 veio o 4s e, então, finalmente o 5. Fontes das mais diversas já disseram que o aparelho terá uma tela maior que a dos modelos mais novos, seria praticamente a entrada da Apple no mercado de phablets.
MacBook Air com tela sensível
Desde 2008 não há atualizações significativas na linha de MacBooks e, tendo em vista que HP e Sony fizeram experiências interessantes colocando telas sensíveis ao toque em computadores do tipo, seria de se esperar que a Apple fosse a próxima. Mas Craig Federighi, vice-presidente sênior de engenharia de software, negou o interesse no começo deste ano. Em entrevista à MacWorld, ele disse que a Apple não acredita que a experiência de uso seja boa com um aparelho desses.
Bloqueador de celular para carros
Falamos sobre isso nesta semana. A Apple acaba de conquistar a patente de um sistema que impediria o iPhone de executar funções capazes de distrair o motorista. Ou o carro emitiria sinais para o smartphone, ou o próprio iPhone usaria sensores internos para entender que seu dono está dirigindo e bloquear sms, ligações, entre outras coisas. Saiba mais.

Samsung prepara smartphone de 7 polegadas


A sul-coreana Samsung registrou na China um projeto de smartphone com tela de 7 polegadas sob o nome técnico SM-T2558. A informação apareceu hoje no site de certificação de eletrônicos daquele país, o TENAA, e descreve um aparelho com especificações medianas.

Com processador quad-core de 1.2 GHz, 1,5 GB de RAM, câmera traseira de 8MP e 8GB de armazenamento interno (além de um slot para cartões MicroSD), o futuro celular não será do porte de Sony Xperia Z2, Galaxy S5 ou o iPhone 5S, mas deverá servir como smartphone e tablet, ao mesmo tempo.

Se acompanhar a nomenclatura de seus maiores celulares, a coreana deverá nomear o aparelho como Galaxy Mega, como ocorre nos Estados Unidos. Tudo indica que o dispositivo rodará Android 4.3 de fábrica e não virá com caneta stylus, presente no Galaxy Note.

Via: Bestmobs

Apple é condenada a indenizar brasileira em R$ 1.500



Por Redação Olhar Digital - em 28/04/2014 às 16h04
Um tribunal do Rio Grande do Sul condenou a Apple a ressarcir em R$ 1.499 uma consumidora que teve o iPhone 3G inutilizado por causa de atualização no sistema operacional iOS. Segundo relatório do processo, o aparelho não suportou a troca da versão 4.2.1 para a 4.3.

Para Lucas Kachny, juiz relator do caso, a empresa não pode deixar desamparados os antigos clientes à medida que atualiza sua linha de produtos. Por isso considera “abusiva” a prática que "lesa o direito do consumidor ao uso de seu aparelho antigo" ao forçar a aquisição de novos dispositivos.

Outro juiz que acompanhou o caso classificou de "segunda categoria" o tratamento dado pela Apple e comparou a prática com o modelo norte-americano. "Nos EUA, o consumidor tem o direito de comprar um iPhone novo, dando o seu de geração anterior como parte do pagamento do preço"registrou no processo.

Via: TJRS

Samsung perde mercado pela 1ª vez em 4 anos


Após quatro anos ininterruptos de crescimento, a Samsung deu uma derrapada no mercado de smartphones e perdeu participação no volume de vendas. De acordo com dados daStrategy Analytics, a empresa, que era responsável por 32% dos aparelhos vendidos no primeiro trimestre de 2013, caiu para 31% no começo deste ano.
Embora seja uma queda pequena, ela é a primeira desde o último trimestre de 2009. A companhia vendeu 89 milhões de smartphones nos primeiros três meses de 2014.
A Apple também perdeu pontos anualmente, ao cair de 17% aos atuais 15% de participação de mercado. A empresa vendeu 17% mais iPhones que no começo do ano passado, chegando a 43,7 milhões, mas não consegue competir no mercado de entrada, onde as concorrentes vão bem.
A participação conjunta de Apple e Samsung caiu para 47%, sendo que no ano passado as duas, juntas, detinham metade do mercado. Isso porque outras asiáticas, como Huawei (de 10 milhões para 13,4 mi) e Lenovo (8,4 mi – 13,3 mi), cresceram a um ritmo mais acelerado.
No geral, a indústria vendeu 285 milhões de smartphones globalmente, uma alta anual de 33%, já que no primeiro trimestre de 2013 foram entregues 213,9 milhões

Microsoft revela 12 programas de "TV" para o Xbox


Desde que anunciou o Xbox One, a Microsoft começou a prometer programação original para o console. Agora, finalmente ela decidiu detalhar mais seus planos. A empresa confirmou 12 projetos, entre filmes, seriados e shows, que deverão ir ao “ar” a partir de junho, para Xbox 360, Xbox One e outros aparelhos Microsoft.

Seis deles já estão confirmados e bem encaminhados. Dois deles têm a ver com a principal franquia do Xbox: Halo. A Microsoft promete um filme, produzido por Ridley Scott, que dirigiu filmes como Alien e Blade Runner, e um seriado, produzido por Steven Spielberg.

Além disso, está confirmada a transmissão interativa do festival de música e artes Bonnaroo e um seriado chamado “Every Street United” com nomes históricos do futebol atrás de novos talentos.

Também será lançado o documentário “Signal to Noise”, dividido em seis capítulos, que contará a história da ascensão e queda da Atari, e o seriado “Humans”, que é um drama de ficção científica sobre um futuro em que robôs são usados como servos da humanidade.

Há também os projetos que ainda estão em fase de desenvolvimento. “Deadlands” se passa em um “velho oeste”, mas tem magos, pistoleiros zumbis e cientistas malucos;“Extraordinary Believers” será um programa em stop-motion produzido por Seth Green;Fearless” é outro seriado roteiro”.

Outros seriados em desenvolvimento são “Gun Machine”, um programa policial,Winterworld”, em que humanos tentam sobreviver em um mundo congelado, e uma comédia ainda sem nome, com os atores Sarah Silverman e Michael Cera.

Via CNET e Microsoft 

Testamos os Lumias 1320 e 1520, os celulares de 6 polegadas da Nokia


A Nokia entrou com tudo no mercado de phablets. Antes limitada por restrições do Windows Phone, a empresa, que agora não precisa se prender a estas amarras, decidiu lançar logo dois aparelhos grandões: são os Lumias 1320 e 1520, ambos com telas de 6 polegadas, que destoam muito em tamanho de tudo que a empresa já lançou no Brasil.
O 1320 é destinado para quem gosta do Windows Phone e procura um aparelho grande, mas quer pagar um valor mais modesto em seu celular e está disposto a abrir mão de algumas coisas por isso, custando R$ 1,4 mil. O 1520 não possui freios: ele tem configurações de hardware, câmera e tela muito boas, para quem procura o maior desempenho e está disposto a pagar caro por isso: são R$ 2,6 mil.
Apesar de terem suas diferenças, principalmente internas, ambos são muito parecidos fisicamente. Eles têm o mesmo tamanho, mas o 1320 tem um formato mais arredondado nos cantos, enquanto o 1520 tem um visual mais “pontudo” e angular. O segundo também tem uma traseira fixa, enquanto o primeiro é removível. Em nenhum dos casos é possível trocar a bateria, no entanto.
Ambos, no entanto, contam slot para cartão microSD, que é uma tendência que nós doOlhar Digital achamos que nunca deveria ter sido abandonada pela indústria nos aparelhos tops de linha. A inclusão é uma novidade até para a própria Nokia, que não trouxe nada do tipo no Lumia 920 e 1020.
Câmera
Reprodução
Claro, há diferenças, e elas são bem grandes. A primeira delas diz respeito à câmera: o 1320 apanha feio do 1520.
O primeiro tem apenas 5 megapixels e flash simples. A câmera não é muito melhor do que o que encontramos em alguns aparelhos intermediários e antigos da Nokia, como o Lumia 720. Para um celular novo e pelo preço, isso poderia ser bem melhor. Na verdade, se comparado com o 920, que já custa R$ 400 a menos, o desempenho da câmera chega a ser pífio. Pelo menos o aparelho é capaz de capturar vídeos em 1080p e se sai bem com isso.
A crítica é porque a Nokia consegue fazer melhor do que isso, comparado com o que já foi visto em produtos lançados passado. Não é nem de longe a pior câmera que já testamos, no entanto. Ela faz boas imagens em um ambiente aberto e bem iluminado, mas a qualidade de uma câmera é definida pelas condições não-ideais, e nessa parte ela vai mal. Para “selfies”, o 1320 também não é uma boa ideia. Sua câmera frontal de apenas 0,3 MP vai produzir imagens granuladas ou tremidas em quase todas as situações. O ideal é usá-lo apenas em videoconferências, quando a qualidade tem menos importância.
O 1520 não tem estes problemas, porém. Sua câmera traseira é confiável e conta com a tecnologia PureView da Nokia e os recursos de configurações manuais de câmera que permitem que fotógrafos avançados possam fazer fotos incríveis. Ela tem lentes Carl-Zeiss e faz fotos de 20 MP, que permite brincar com o zoom sem muita perda de qualidade. Mesmo ficando atrás do 1020 em quantidade de megapixels, as duas câmeras são definitivamente comparáveis e as perdas são pequenas, se não inexistentes.
Desempenho
Vamos ser honestos: o Windows Phone não precisa de um Snapdragon 800, pelo menos por enquanto. O processador se tornou padrão nos Androids tops de linha, mas parece exagero no Lumia 1520. Mesmo nos aparelhos mais baratos com WP é difícil sofrer com lags e travamentos. Jogos publicados para a plataforma normalmente são otimizados para hardwares mais modestos, como o dos Lumias 920 e 1020, então dificilmente algum aplicativo usa todo esse poder bruto.
Isso não significa, no entanto, que será assim para sempre. O 1520 tem mais poder do que ele realmente necessita, mas o WP 8.1 está chegando, e as coisas podem ficar mais pesadas. No caso de as coisas começarem a mudar no sistema da Microsoft, o aparelho está preparado, com seus 2 GB de memória RAM e um dos processadores móveis mais poderosos do mercado.
O mesmo não se pode dizer do 1320. Como dissemos, é praticamente impossível se deparar com algum tipo de lag ou travamento com o Windows Phone como está hoje. Entretanto, a plataforma está passando por mudanças e se adaptando a uma era de computação móvel mais exigente. Com o Snapdragon 400 e 1 GB de RAM, o 1320 pode não estar preparado para o futuro, mas aguenta o presente tranquilamente.

Tela
Reprodução
Esse é um dos diferenciais entre os dois celulares, mas que dificilmente é notado no cotidiano. O Windows Phone 8 é conhecido por ser uma tela preta com blocos de cores sólidas, sem degradês, sem contrastes. É um visual muito simples e uma supertela de 1080p não faz tanta falta assim em relação a uma de 720p neste sentido.
Com a atualização para o Windows Phone 8.1, será possível usar novas imagens como plano de fundo e aí sim talvez faça uma diferença real.
Aqui no Olhar Digital já discutimos que a diferença entre HD e Full HD só é realmente notável quando lidamos com telas bem grandes, do tamanho de uma TV, ou pelo menos um tablet. Claro, números maiores de pixels na tela são legais no papel, mas na prática é difícil notar alguma coisa em uma telinha de 6 polegadas; no máximo alguma coisinha diferente ao assistir a um vídeo ou olhar fotos de alta resolução, o que não é o caso na maioria das vezes na internet. Nem mesmo os jogos são capazes de aproveitar direito este potencial.
De qualquer forma, ambas as telas são muito boas e contam com o diferencial de serem mais espaçosas, permitindo a utilização de três colunas de blocos dinâmicos. O recurso será liberado para qualquer usuário do WP 8.1, mas por enquanto só estes dois aparelhos tem a opção. Como já dissemos no nosso review da nova versão do Windows, a alternativa é uma benção e uma maldição: quem sabe se organizar poderá acessar mais rapidamente seus aplicativos favoritos, mas os bagunceiros acabarão poluindo toda a tela do aparelho. Mesmo assim, ter a opção de bagunçar seu aparelho é algo excelente.

Outra coisa que a tela gigante permite é uma experiência incrível de teclado, uma das melhores que já tivemos em um celular, certamente. Com os phablets, é possível digitar quase como um teclado convencional, com tanto espaço na tela. Um teclado virtual nunca será tão eficiente quanto um físico, no entanto, mas os novos Lumias são o que chega mais perto disso, até onde testamos.

Bateria
Não temos muito a falar sobre isso aqui: ambos foram excelentes nos nossos testes. Conectados ao Wi-Fi, mas em stand-by, eles conseguiram durar mais de uma semana ligados; em uso constante, ultrapassaram de longe a barreira de um dia de uso. Um alívio imenso para aqueles que chegam em casa correndo para botar o smartphone na tomada, quando não têm que parar para carregá-los no meio do dia.

Conclusão
Phablets formam uma categoria que divide opiniões. Há aqueles que dizem que o tamanho é exagerado para um telefone e que as pessoas parecem “bestas” com um aparelho desse tamanho no ouvido; outros gostam de aproveitar o espaço extra para digitar com mais precisão e ter uma experiência melhor de vídeo. Ambos os Lumias devem agradar esse segundo grupo.
No entanto, a câmera do 1320 realmente incomoda não por falta de qualidade, mas porque poderia ser melhor para um aparelho com este preço. Quem procura ficar com o Windows Phone e quer um bom aparelho, mais barato e com uma câmera melhor, pode checar o Lumia 920 ou o 925. Eles são bem menores, com apenas 4,5 polegadas no entanto, e não servem para quem procura um smartphone grandão. Assim, o 1320 é indicado apenas para quem não abre mão da tela gigante e procura um aparelho com WP mais acessível que o 1520.
Já o Lumia 1520 é o que há de melhor de Windows Phone no mercado brasileiro, sem sombra de dúvidas. É o mais potente, tem uma câmera excelente, tela incrível e reina sozinho enquanto não é lançado o Lumia 930, anunciado neste mês, sem previsão de lançamento. Como dito no início do texto, porém, ele é para aqueles que querem e podem gastar R$ 2,6 mil em um celular: estas pessoas não ficarão insatisfeitas. O único defeito que encontramos foi o fato de ele requerer um chip NanoSIM, que é uma chateação para conseguir.

Notebook da HP com Android aparece na internet


Surgiu hoje na internet um vídeo extra-oficial do Slatebook, notebook da HP de 14 polegadas com Android. A julgar pelas informações, o modelo terá processador quad core da Nvidia e tela full HD touchscreen. Por se tratar de vazamento, não é possível detalhar junto à empresa componentes como memória RAM e armazenamento.

O que se pode ver no vídeo - que não está mais disponível - são entradas USB e saída HDMI. Embora um notebook com Android não vá competir diretamente com modelos maiores e mais potentes, rodando Windows ou Mac OS, é possível que este seja um rival dos Chromebooks, cujo sistema operacional também é desenvolvido pelo Google.

Via: Engadget

Sony lança nova geração do híbrido Duo 13 no Brasil por R$ 7 mil


A Sony anunciou nesta segunda-feira, 28, a chegada de um novo híbrido ao Brasil. Trata-se do novo Sony Duo 13, evolução do aparelho de mesmo nome, que começa a ser vendido no país pela módica quantia de R$ 7 mil. O dispositivo reúne as funcionalidades de tablet e de ultrabook.

Por dentro, as configurações do dispositivo parecem bastante interessantes. Ele vem com um processador Intel Core i7 da quarta geração e 8 GB de RAM. O laptop tem 128 GB de armazenamento em SSD, o que poderia ser melhor, no entanto, considerando o preço. Segundo a Sony, a autonomia da bateria é de 10 horas.

Sua tela tem 13 polegadas, com resolução Full HD, e sensibilidade ao toque. O Duo 13 também vem com uma stylus para interagir com o aparelho sem necessidade de encostar a mão engordurada na tela no modo tablet, ideal também para quem gosta de ou precisa desenhar no aparelho.

Em relação a design, o aparelho se sai bem, com um pouco menos de 2 centímetros de espessura quando fechado. Ele pesa apenas 1,3 kg e, portanto, é muito fácil de ser carregado em bolsas e mochilas, sendo ideal para quem precisa de portabilidade. Seu teclado também é iluminado, possibilitando digitação no escuro.

Surpreendentemente, o Duo 13 vem com uma câmera traseira de 8 megapixels para fotografias, algo raro em notebooks. A câmera frontal é de 2 megapixels.

Ele possui entrada para cartões SD, funcionalidade NFC para permitir interação com outros aparelhos, e uma entrada USB 3.0 com o recurso USB Charger, que permite regarregar o smartphone pelo notebook sem necessidade de ligar o computador. O laptop, neste caso, funciona como uma bateria portátil.

Sobre software, o ultrabook vem com Windows 8.1, Photoshop Elements 12 e programas exclusivos da Sony. 

Pare de usar o Internet Explorer, recomenda governo dos EUA


O departamento do governo americano responsável pela segurança na internet recomendou hoje que os usuários do Internet Explorer deixem de utilizar o navegador até que a vulnerabilidade anunciada no sábado seja consertada.

A brecha é grave e afeta todas as versões do software - 6, 7, 8, 9, 10 e 11. Por meio dela, é possível executar um código remotamente através do navegador. "A vulnerabilidade existe na forma como o Internet Explorer acessa um objeto na memória que foi excluído ou não tenha sido devidamente alocado", explica a MS.

Segundo a empresa, o invasor pode hospedar um site especificamente criado para explorar a falha e convencer o usuário a acessá-lo através de links por e-mail ou comunicadores instantâneos.

Em nota a Microsoft diz estar "consciente das limitações e possíveis problemas" e encoraja os clientes a seguir as orientações descritas no comunicado de segurança (em inglês) divulgado por ela para "amenizar eventuais ocorrências".

Alternativas

Nesta lista do Olhar Digital você encontra sete opções para substituir o navegador da Microsoft, desde os concorrentes mais populares, como Google Chrome e Mozilla, a plataformas menos conhecidas. Porém, se quiser continuar utilizando o IE, consulte as dicaselaboradas pela empresa de segurança FireEye. 

De acordo com a consultoria StatCounter, o IE é o segundo browser mais popular no Brasil, utilizado por 16% das pessoas com acesso à internet.

Via: US-CERT 

segunda-feira, 28 de abril de 2014

Como Fazer Pesquisa de Palavras-chave para SEO

O processo de otimização de site para mecanismos de busca (search engine optimisation) deve obrigatoriamente começar por uma pesquisa de palavras-chave. É através da escolha de termos relevantes que determinamos a arquitetura de um site, o conteúdo quer será desenvolvido para cada página e até mesmo os links que serão conquistados.

Portanto, podemos afirmar que a escolha de palavras-chave relevantes a cada página é a base do trabalho de SEO.

É principalmente por meio do conteúdo de uma página que o Google determina para quais palavras-chave a mesma deve aparecer em seus resultados de pesquisa. Por isso, é extremamente importante selecionar os termos que melhor descrevem cada página.

Como escolher as palavras-chave corretas para cada página?


Ninguém melhor que o cliente ou o dono de um site para definir os termos que melhor descrevem os serviços e produtos presentes. Portanto, comece sempre uma pesquisa de palavras enviando um briefing solicitando uma lista de keywords. Com a lista em mão utilize ferramentas SEO para pesquisa de palavras-chave para determinar a popularidade de cada termo.

Ferramentas de Pesquisa de Palavras-Chave 

Google External Keywords Tools - ferramenta de palavras-chave do Google


A ferramenta de palavras-chave do Google Adwords mostra uma estimativa do volume de pesquisa mensal de cada termo pesquisado. 

Saber o volume buscas de um determinado termo é importante para ajudar a definir como vamos trabalhar as palavras-chave na estrutura do site. Uma pequena mudança na grafia do termo pode significar a diferença entre ter uma palavra-chave buscada milhares de vezes e uma outra com baixo volume de pesquisa.

Dica: Sempre utilize o tipo de correspondência “exata” para determinar o volume de pesquisa das keywords que deseja utilizar.


Google Trends



Antigo Google Insights, esta ferramenta do Google complementa a anterior, porque apresenta tendências de buscas realizadas pelos usuários, algo que nos ajuda a ter ideias de termos buscados em um determinando período de tempo em diferentes localizações geográficas. Além disso, também é possível identificar as tendências de pesquisas em diferentes produtos do Google como Youtube, Google Imagens, Notícias e até mesmo no Google Shopping.

Também é possível comparar o volume de pesquisa entre dois termos similares, como por exemplo: salto de paraquedas e saltar de paraquedas.



E até determinar em quais regiões do país os termos analisados são mais pesquisados para customizar campanhas com foco em regiões específicas e utilizar os termos mais pesquisados de acordo com cada região.



Ubersuggest:


 A ferramenta Ubersuggest apresenta uma relação de termos referentes às sugestões que o Google indica quando realizamos uma busca.

No Google, vemos assim:


Com a ferramenta Ubersuggest, conseguimos simular este auxílio do Google para todas as sugestões de um determinado termo:



Estes termos são sugeridos pelo Google por meio de alguns fatores e o principal deles é exatamente o volume de pesquisa que as variações apresentam. Por isso, utilizar esta ferramenta para a pesquisa de palavras-chave é muito importante.

Dica 2: Esta ferramenta é excelente para identificar keywords modifiers, tópico para um próximo artigo.

Pesquisa Interna


A pesquisa interna de um site é, sem dúvida, uma das ferramentas mais importantes para otimizar um site. É por meio dela que conseguimos saber exatamente o que e como os usuários do site estão buscando por determinados produtos. Com ela é possível até determinar quais produtos merecem mais destaque com base nos volumes de busca interna.

Com a integração dos dados desta ferramenta ao Google Analytics é possível analisar a fundo a popularidade de cada termo pesquisado e monitorar se o usuário achou ou não o que está procurando.


Palavras Exploradas pelos Concorrentes


Uma das máximas da internet é a de que “nada se cria, tudo se copia”. Para pesquisa de palavras-chave essa máxima se aplica perfeitamente.  Portanto, “analise” os termos que estão sendo trabalhados pelos principais concorrentes de um site e veja se consegue identificar termos que ainda não fazem parte de sua estratégia.

Existem várias maneiras de executar tal tarefa, porém sugiro a ferramenta SEMrush que com a versão paga é possível gerar um lista de palavras-chave que os concorrentes estão trabalhando.

Uma vez definidas a palavras-chave é hora de implementá-las nas páginas do site dando início ao que chamamos de Otimização On-Page. Tópico do meu próximo artigo.

Sobre o Autor 

Felipe Bazon é Gerente de SEO na SEO Marketing. Visite seu perfil no Google+ ou siga seu perfil no Twitter@felipe09.

FERRAMENTAS SEO GRÁTIS

18 Ferramentas que não podem faltar em seu trabalho de otimização

Um trabalho de SEO é um trabalho complexo, que envolve elementos internos e externos do seu site. Criamos este guia de ferramentas SEO grátis para facilitar o trabalho de pessoas interessadas em otimizar seus sites. Avaliamos funcionalidade, limitações das versões gratuitas e principalmente simplicidade de uso. Podemos classificar as ferramentas SEO em 3 categorias:
  • Ferramentas online - Vários sites oferecem serviços como, por exemplo, visualização de PageRank, pesquisa de palavras-chave, análise de on-page SEO e backlinks. Várias delas executam os requests ao Google em seus servidores, eliminando o risco de que a sua rede seja temporariamente bloqueada pelo Google, caso este identifique um número muito grande de buscas num curto espaço de tempo;
  • Plugins de Navegadores - O Firefox, o Chrome e o Internet Explorer (um pouco de sarcasmo para tornar este tutorial mais leve) possuem plugins que são verdadeiros canivetes suiços de SEO, como o SEO Quake.
  • Ferramentas standalone - Instaladas em seu computador, fazem análise de posicionamento e simulamrobôs, como alguns exemplos de funcionalidades oferecidas.
Abaixo você encontra as ferramentas SEO gratuitas que avaliamos e recomendamos para o seu dia a dia. Muitas delas são utilizadas em nosso trabalho regular de SEO para clientes. Além das ferramentas gratuitas, existe um grande número de ferramentas pagas, que não serão abordadas neste tópico do tutorial. Podemos destacar nessa categoria as ferramentas SEOmoz e a versão paga do SEMRUSH.

Ferramenta de Visualização de PageRank

Nossa escolhida: Quirk Seach Status

Background: O PageRank foi o princípo do algoritmo do Google. Desenvolvido por Larry Page, CEO do Google, determina a relevância de páginas com base na quantidade e importância dos links apontando para estas.
Uma ferramenta SEO simples e rápida é a Quirk Search Status, um plugin para o Firefox, e uma de nossas favoritas, pela simplicidade e rapidez com que exibe as informações. Permite visualizar facilmente o toolbar PageRank e o MozRank, índice criado pelo SEOmoz, das páginas visitadas. As informações são visualizadas no rodapé do navegador:
Recomendamos configurá-la como na tela acima. Para isso, clique no símbolo similar a @ com o botão direito, entre na opção Options e edite as opções conforme abaixo:

Quirk Search Status

Ferramenta de visualização de cache Google

Nossa escolhida: novamente Quirk Search Status

Background: O que você vê nos resultados do Google não é o que necessariamente está na internet. Ao navegar por uma página, você pode querer saber se a versão que você vê na tela é a mesma que o Google tem idexada em seus servidores. Isso pode ser útil para entendermos, por exemplo, por que às vezes o Google nos direciona para uma página onde a palavra-chave buscada não é encontrada. Podemos mapear se a causa é uma versão desatualizada do cache ou uma prática black-hat.
A ferramenta Quirk Search Status permite rapidamente visualizar o cache no Google de páginas visitadas. Basta clicar com o mouse no botão direito do visualizador de PageRank (a barrinha verde com o texto PageRank acima) e depois em Show Cache, exibindo a versão no cache do Google da página.
search status

Ferramenta de análise de Meta Tags

Nossa escolhida: mais uma vez, Quirk Seach Status

Background: As Meta Tags são as informações geralmente exibidas nos resultados de busca do Google. São visualizadas examinando-se o código-fonte da página ou através de ferramentas específicas.
Mais uma vez a ferramenta Quirk Search Status permite-nos rapidamente visualizar a informação desejada. Clique com o botão direito no botão azul @ e escolha a opção Meta Tags... O resultado é um pop-up com os meta tags da página. O texto de cada um dos meta tags pode ser facilmente copiado para a área de transferência de seu computador após clicarmos com o botão direito no texto desejado.
alt="Quirk Search Status"Meta Tags Terra

Ferramenta de análise de Heading Tags H1, H2, H3

Nossa escolhida: Style Killer

Background: As Heading Tags, com destaque para H1 e H2, foram criadas para destacar títulos e sub-títulos no código HTML de uma página. Títulos são, por princípio, são o tema de uma página, e são por isso considerados com um importante elemento de posicionamento no Google. São visualizadas examinando-se o código-fonte da página ou através de ferramentas específicas.
Style Killerplugin do Google Chrome, foi desenvolvido em algum país do extremo oriente e mostra na página analisada o posicionamento das Heading Tags. Veja mais detalhes do funcionamento do Style Killer e da importância das heading tags para SEO na nossa página do Tutorial sobre Heading Tags.

Background: A construção de links para um site, conhecida como link building, e consequentemente a análise dos links para nosso site e de nossos concorrentes, é parte fundamental de um trabalho de SEO. Desde que oYahoo deixou de exibir backlinks no Yahoo Site Explorer, a qualidade das ferramentas de análise de backlinks(links apontados para um site) caiu bastante. As ferramentas mais eficientes têm seus próprios robôs para mapear os links encontrados nas páginas da internet, simulando os robôs como o Googlebot. Desenvolver, armazenar e processar este tipo de informação não é barato, e por isso a maior parte das boas ferramentas de análise de links são pagas.

Nossa escolhida: Google Webmaster Tools

Ferramenta para Webmasters do Google mostra de forma clara a maior parte dos links apontando para suas páginas, sejam links internos ou externos. Esse é, na verdade, a sua principal desvantagem, pois é possível visualizar apenas os backlinks apontados para sites atenticados pela ferramenta. Não é possível fazer através dela a análise de links para concorrentes.

Nossa escolhida: SEMrush

Background: Uma eficiente estratégia de link building é mapear os links apontando para os sites dos concorrentes do site que você pretende otimizar.
SEMrush, uma ferramenta online, oferece temporariamente na fase beta a sua ferramenta de backlinks gratuitamente. A ferramenta mostra a URL de origem e destino do link, texto contido no link (anchor text), se o link é follow e nofollow e é, por enquanto, a nossa ferramenta escolhida para análise de links apontados para os sites de concorrentes. Ao entrar na ferramenta, digite o nome do domínio a ser analisado e escolha a opção BR - Brasil. Entre na opção Backlinks e veja como os resultados são exibidos:

Ferramenta de tempo de carregamento de página

Nossa escolhida: Page Speed Insights, do Google

Background: O tempo de carregamento de uma página afeta diretamente a experiência do usuário, e por isso é um dos fatores avaliados pelo Google ao rankear o seu site.
A Ferramenta Page Speed Insights oferece, de forma detalhada, sugestões de melhorias de código para diminuir o tempo de carregamento de página. Digite a URL a ser acelerada na tela inicial do Page Speed Insights e realize as alterações sugeridas, começando pelas críticas. Procure aumentar o seu score de otimização para aima de 90. Note que, no exemplo abaixo, a página do Google Chrome atingiu o score de 89.

Ferramenta de análise de posicionamento no Google

Background: Para saber se o seu trabalho de SEO está dando resultado, verifique no Google Analytics o crescimento de tráfego orgânico e monitore através de alguma ferramenta o posicionamento de seu site nos resultados Google.

Nossa escolhida: SEObook Rank checker

plugin do Firefox SEOBOOK Rank Checker foi nossa ferramenta escolhida, pois permite rapidamente e facilmente visualizar o posicionamento de um site no Google, Yahoo e Bing. Para pesquisar o posicionamento de diversas palavras-chave ao mesmo tempo, entre na opção Add Multiple Keywords. Por ser rodada a partir do computador, pode eventualmente ter seus resultados bloqueados pelo Google e Yahoo, caso estes percebam um número elevado de buscas num curto espaço de tempo. Sugerimos colocar sempre o nome da empresa como o último resultado a ser avaliado. Caso o posicionamento dessa palavra institucional seja "traço", desconsidere a análise, espere 1 hora e repita a operação aumentando o intervalo entre as buscas nas opções da ferramenta.

Ferramenta de rastreamento de erros 404 e redirects

Nossa escolhida: Xenu

Background: Erros 404 indicam que o robô não conseguiu encontrar a página pesquisada. Uma página que o Google não encontra, depois de um certo tempo, é removida do índice do Google. Redirecionamentos indicam que o robô foi redirecionado a outra página. Uma página redirecionada para uma página incorreta pode significar a perda de posicionamento para aquela página. Assim, ter uma visão das páginas com erro e redirecionadas de seu site é parte importante de seu trabalho de otimização, principalmente quando este trabalho envolve a migração do site ou a troca massiva de URLs.
Robôs são ferramentas que, a partir de uma página, lêem o conteúdo de um site e seguem os links, mapeando assim todas as páginas crawleáveis (nem tente procurar esse termo num dicionário) de um site. O Xenu's Link Sleuth é um robô velho que dói. O site para download desta ferramenta standalone parece ter sido desenvolvido no meio da década de 90. Qualquer pessoa de bom senso terá um grande receio em clicar em qualquer link da página. Mesmo assim, foi a nossa escolhida por sua simplicidade e eficiência. Após instalá-la, entre com a URL do site a ser rastreado e espere o fim do crawling. Ao final, é gerado um relatório detalhado com erros 404 (páginas não encontradas), redirecionamentos, links apontados para o site e um mapa HTML do site. Permite também varrer um site a partir de uma lista de URLs fornacida em um arquivo .TXT.

Alternativa

Ferramenta para Webmasters do Google mostra as páginas que o Googlebot não encontrou em seu site. Dessa forma, exibe também páginas inexistentes em seu site sendo apontadas por outros sites.

Browsers de texto

Nossa escolhida: BrowSEO

Background: Os sites de busca armazenam texto. É importante podermos analisar exatamente qual e quanto texto o Googlebot conseguiu ler em nossas páginas. Para isso, podemos examinar a versão em texto do cache do Google ou usar ferramentas específicas.
BrowSEO é muito mais do que um Browser de texto. Mostra-nos as heading Tags, textos alternativos das imagens, quantidade de palavras-chave na página, meta tags, redirects e heading tags.
Browseo

Ferramenta para gerar Sitemap.xml

Nossa escolhida: XML Sitemaps

Background: Para acelerar a indexação de páginas, vídeos e imagens, podemos enviar aos sites de busca arquivos XML com a estrutura de nosso site.
A ferramenta XML Sitemaps permite facilmente gerar um sitemap.xml para ajudar o Google e os demais sites de busca a compreender melhor a estrutura de seu site, aumentando a quantidade de páginas indexadas, e com isso auemntando o tráfego orgânico do site. A versão online, gratuita, gera sitemaps com até 500 páginas. Após gerar o arquivo, não se esqueça de submeter o sitemap ao Google.

Identificador do país de hospedagem do site

Nossa escolhida: Flagfox

Background: O país de hospedagem do servidor, assim como o domínio (ex.: .com.br), a língua do conteúdo e o país definido no Google Webmaster Tools, são elementos que ajudam ao Google a definir para quais países o conteúdo do site deva ser melhor rankeado no Google.
A ferramenta Flagfox informa, graficamente na barra de endereço do Firefox, o país de hospedagem do site. Ao clicar na bandeira, exibe detalhes da hospedagem.

Ferramenta para visualizar links com nofollow

Nossa escolhida: Pela enésima vez, Quirk Search Status!!!

Background: Links no-follow, por via de regra, não são computados pelo Google em seu algoritmo de PageRank. Ao fazer o trabalho de pesquisa de links, saber rapidamente se os links de uma página terão algum efeito ou não em nosso trabalho de SEO pode economizar-nos valiosos minutos.
O plugin para Firefox Search Status permite visualizar facilmente quais links de uma página estão com a tagnofollow. Os links com nofollow aparecem destacados num quadrado alaranjado com bordas tracejadas, como no exemplo abaixo:

Alternativa

Para quem usa o Chrome, o Plugin NoFollow, como seu sugestivo nome já indica, destaca na tela links no-followe páginas com meta robots noindex e nofollow.

Nossa escolhida: SEO Quake

Background: O PageRank de uma página é passado às páginas de destino dos links. Porém, é dividido entre cada um dos links apontados para outras páginas. Supondo que uma página tenha o total de PageRank 1000 (lembre-se que o PageRank real é diferente do toolbar PageRank de 1 a 10, visualizado em um grande número de ferramentas) a ser distribuído entre os links. Caso essa página tenha 100 links, internos ou externos, o valor de PageRank 10 será passado a cada um dos links da página. Daí a importância de contarmos os links de uma página, ao buscarmos links para nosso site. Quanto menos links, melhor, pois "sobrará mais PageRank" para nosso link.
O Plugin para Chrome e Firefox SEO Quake mostra um conjunto de dados relevantes para o seu trabalho de SEO, incluindo o total de link internos (apontados para páginas no mesmo site) ou externos (apontados para fora do site). Entre parênteses, quando houver, será exibida a quantidade de links nofollow.

Ferramenta de densidade de palavras-chave

Nossa escolhida: SEO Quake

Background: A quantidade de vezes que uma palavra-chave é repetida em uma página é um indício para o Google de que ela é importante no contexto da página. Algumas ferramentas fazem a contagem dessas palavras-chave, agrupadas por número de palavras.
O Plugin para Chrome e Firefox SEO Quake mostra rapidamente a ocorrência de repetições de palavras-chave em uma página. Com o plugin habilitado, após carregar a página, clique na opção Info ou Page Info do menu do SEO Quake e navegue até o fim da página. Você poderá examinar quantas vezes cada palavra-chave foi trabalhada no conteúdo da página. Veja por exemplo a ocorrência de palavras-chave compostas de 4 palavras na página do Google Chrome:
Densidade de Palavras-chave
É possível também visualizar a mesma informação clicando-se no link Density da barra de trabalho do plugin, caso ela esteja habilitada.
Densidade de Palavras-chave

Alternativa

A ferramenta Ranks.nl oferece uma visualização gráfica da densidade de palavras-chave. Porém, apresenta uma série de limitações na versão não paga, e por isso não foi a nossa escolhida. Mas vale a pena conhecê-la.

Ferramenta de checagem de redirecionamentos de uma página

Nossa escolhida: BrowSEO

Background: Redirecionamentos indicam que o servidor redirecionou a URL checada para outra página. Uma página redirecionada para uma página incorreta pode significar a perda de posicionamento para aquela página. Assim, ter uma visão das páginas redirecionadas de seu site é parte importante de seu trabalho de otimização, principalmente quando este trabalho envolve a migração do site ou a troca massiva de URLs.
A vantagem do BrowSEO em relação a outros Redirect Checkers é o fato de apontar visualmente os diversos redirecionamentos, caso a página possua mais de um:
Redirect Checker - Browseo

Ferramenta de pesquisa de palavras-chave

Nossa escolhida: Google AdWords Keyword Planner

Background: Um trabalho eficiente de SEO começa com a escolha correta das palavras-chave que queremos aparecer bem posicionados. É importante termos uma palavra-chave trabalhada por página, e palavras-chave complementares para cada página, aumentando a possibilidade de aparecermos para buscas long tail.
A ferramenta de pesquisa de planejamento de palavras-chave do Google substituiu a antiga ferramenta de palavras-chave, conhecida da maioria da comunidade SEO. A nova ferramenta exige que o usuário tenha uma conta AdWords. Considerando que é possível criar uma conta AdWords sem realizar um pagamento inicial, a ferramenta continua caindo em nossa categoria de ferramentas gratuitas. Veja como ela exibe resultados de volumes de busca para a palavra CARRO:
Volume de pesquisas - carro
  1. Digite a palavra-chave para a qual queremos o volume da busca e variações
  2. Defina o país. língua e redes de busca para a qual quer saber o volume de busca.
  3. Palavra-chave buscada
  4. Volume de buscas médias mensais, segundo os filtros estabelecidos no item 2, para a palavra-chave buscada
  5. Variações e resultados de busca dessas variações
Ao contrário da antiga ferramenta de palavras-chave, que permitia escolher o tipo de correspondência de palavra-chave, no AdWords Keyword Planner o volume de buscas é exibido para a correspondência exata, que de qualquer forma já era a correspondência que recomendávamos.

Ferramenta de viagem no tempo existe?

Nossa escolhida: Wayback Machine

Background: Quer saber por que o seu site rankeava bem (ou mal) alguns anos atrás? Quer recuperar um conteúdo que sumiu na última migração de site? Saber como o seu site, ou de seus concorrentes, estava programado no passado pode ajudar a definir os próximos passos de otimização SEO.
Wayback Machine armazena algumas cópias de páginas de sites e permite escolher a data que queremos analisar. Uma grande vantagem para SEO é que a página escolhida exibe os meta tags da página naquele período, visualizando-se o código fonte da página. Olhem só como era a página do Terra no início do milênio....
Como era o site do Terra em 2000

Sobre o autor: Fundador da SEO Marketing, Bernhard Schultze é líder do comitê de Search da APADI (Associação Paulista de Agências Digitais) e instrutor do curso de SEO da Digitalks. Perfil Google Plus: +Bernhard Schultze